Inteligência Emocional

Inteligência Emocional

Entre os valores mais esperados de um líder está o equilíbrio emocional. Em artigo para o Portal Forbes, Brent Gleeson e Dyan Crace afirmam que esta característica é uma ferramenta poderosa para liderar uma equipe.

O ato de conhecer, compreender e responder às emoções, superar o estresse nos momentos de crise e estar ciente de como suas palavras e ações afetam os outros é descrito como inteligência emocional. Ela é basicamente formada por quatro atributos: autoconhecimento, autogestão, consciência social e de gestão de relacionamento.

Segundo os autores do artigo, ser capaz de relacionar comportamentos e desafios da inteligência emocional ao desempenho no trabalho é uma habilidade vantajosa na hora de formar equipes. Um líder sem inteligência emocional não consegue avaliar de forma eficaz as necessidades, desejos e expectativas de seus liderados e isso pode causar os primeiros e mais graves ruídos no grupo, comprometendo, consequentemente, o seu desempenho. Já líderes que reagem sem filtrar suas emoções, podem gerar desconfiança entre seus subordinados e afetar seriamente as suas relações de trabalho.

O bom líder deve ser autoconsciente e entender que tanto a sua comunicação verbal como a não-verbal podem afetar a equipe. Ele sabe fazer alianças, tomar decisões rápidas em situações de alto estresse e se comunicar de forma eficaz em meio ao caos. Se você quer entender como estão suas competências de inteligência emocional, procure avaliar sua postura diante dos atributos abaixo:

Autoavaliação: a partir da autoavaliação você se conscientiza de como as emoções podem exercer efeito positivo ou negativo sobre a sua capacidade de inspirar e liderar uma equipe. Além disso, ela permite que você tenha ciência de como os fatores emocionais afetam suas decisões e ações.

Empatia e compaixão: empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender como ele pode se sentir ou reagir a uma determinada situação. A emoção que sentimos em resposta ao sofrimento do outro motiva o desejo de ajudar. Quanto mais nos relacionarmos com os outros, melhor será o nosso entendimento sobre o que os motiva ou aflige.

Autocontrole: este elemento é uma parte crítica da inteligência emocional. Você precisa entender como se sente antes de reagir de uma maneira que possa se arrepender mais tarde. Isso é importante na resolução de conflitos. O líder deve criar uma ordem dentro de organização e formar uma cultura unificada com positividade.

Relacionamento: você não pode fazer conexões profundas com os outros se você estiver distraído. Muitos de nós temos famílias, outras obrigações e uma louca lista de coisas a fazer. Mas, construir e manter relacionamentos saudáveis ??e produtivos é essencial para a inteligência emocional. Cada pessoa tem uma perspectiva diferente devido à sua formação e ideais. A chave é encontrar um terreno comum e saber que o que você faz e diz pode ter um efeito positivo ou negativo sobre alguém. Isto inclui o tom de sua voz, expressões faciais e linguagem corporal.

Comunicação eficaz: mal-entendidos e falta de comunicação são, normalmente, a base dos problemas entre a maioria das pessoas. Uma comunicação eficaz pode eliminar obstáculos e incentivar relações mais fortes no ambiente de trabalho. Quando os funcionários sabem o seu papel dentro da organização, existe um senso de valor e de realização profissional.

 

 

Créditos:

Autor: Brent Gleeson e Dyan Crace para o portal da Revista Forbes.

Repost do Artigo publicado no blog do Abílio Diniz http://abiliodiniz.com.br/lideranca/lideranca/inteligencia-emocional-2/